Conheça o novo guia de estratégias para o seu negócio

Já ouviu falar em Growth Hacking?  É um conjunto de novas estratégias das quais intuito é o desenvolvimento depressa de um negócio.

Generalidade na rotina de startups em estágio inicial, cada vez mais atraem outros tipos de empresas, sejam mais maduras ou não, de diferentes dimensões e segmentos, com o foco de crescer em pouco tempo e com orçamentos enxutos.

A seguir, saiba o que é Growth Hacking e uma vez que implantar no seu negócio!

O que é Growth Hacking?

Se traduzido para o português, Growth Hacking significa desenvolvimento (growth) e brechas (hacking).

Isto é, um método de identificar possíveis oportunidades que vão viabilizar uma empresa a crescer exponencialmente.

Além almejar o desenvolvimento de forma convencional, o Growth Hacking permite-se aos meios pouco tradicionais, mais disruptivos, criativos e baseados em experiências.

Em suma, utiliza-se uma série técnicas de marketing e gestão, o Growth Hacking é uma forma de repensar o negócio a todo momento, uma novidade prática, uma forma dissemelhante de perceber a sua empresa e uma mentalidade diferençada.

Realmente, trata-se de um método muito eficiente de desenvolvimento, que oferece muita rapidez, mantendo sustentável o negócio.

Por isso, nascente concepção está relacionado à aceleração de startups.

Vantagens do Growth Hacking

As pessoas que trabalham com Growth Hacking formam uma equipe multidisciplinar, diferentemente dos setores tradicionais de marketing.

Entre os profissionais destacados estão os de marketing, de vendas, de pós vendas e de sistemas de informação.

As estratégias são aplicadas em todos os setores e processos da empresa. Isso inclui o setor financeiro, o RH e a contabilidade.

Uma vantagem é que, mesmo tão determinantes, estas estratégias têm subalterno dispêndio e grande impacto.

Uma vez que implementar na sua empresa

Primeiramente, para implementar estas estratégias, é preciso conhecê-las a fundo. A sugestão é realizar um treinamento específico com a sua equipe. De antemão, saiba que o concepção trabalha com a estratégia de funil.

Não é a mesma coisa, por exemplo, que um funil de vendas de Inbound Marketing. Labareda-se de “funil do pirata”, uma vez que as iniciais dos conceitos em inglês formam a termo AARRR, uma frase típica dos piratas.

Vejamos cada tempo do funil Growth Hacking:

  • Compra (Acquisition): atração e conquista o público – seja consumidores, fornecedores, investidores, etc.;
  • Ativação (Activation): geração de uma boa primeira experiência ao consumidor;
  • Retenção (Retention): fazer com que os conumidores satisfeitos e continuem usando o resultado/serviço da empresa;
  • Receita (Revenue): fazer com que os consumidores passem a utilizar os serviços pagos da empresa, sem ser a versão gratuita;
  • Indicações (Referral): fazer com que os consumidores indiquem a empresa para os amigos.

Não há fases distintas, isso é, elas podem ocorrer paralelamente, de forma dinâmica. No entanto, um ponto médio do Growth Hacking é identificar riscos e problemas e estabelecer em qual tempo do funil eles estão, a término de solucionar ou mesmo prevenir.

Processos de Growth Hacking

O concepção de Growth Hacking parece simples, mas não é.

É preciso produzir uma estrutura muito muito “amarrada” de estratégias, uma vez que as seguintes:

  • Aperfeiçoamento regular de produtos e serviços.
  • Engajamento totalidade dos envolvidos (equipe).
  • Toda ação deve gerar resultados.
  • Gerar conteúdos enriquecedores.
  • Estudo regular do mercado e das preferências dos consumidores.
  • Prática de feedback por troço dos clientes – é preciso educar o consumidor quanto a isso.
  • Gerar ofertas fortes – as mais fortes do mercado.
  • Definir metas mensuráveis e dispositivos de mensuração.
  • Automatize os processos!
  • Manter a originalidade em subida – é a base do processo.
  • Realizar testes constantes, inclusive de abordagem.
  • Realizar estudo de desempenho constantes.
  • Refinar os esforços e otimizar os processos.
  • Usar a tecnologia sempre em obséquio do negócio.
  • Colocar a inovação uma vez que uma prioridade.
  • Aprender fazendo.
  • Entre outras.

Por: Guilherme Pagotto

Manancial: O|S|P Assessoria Contábil

Imagem: OSP Assessoria Contábil

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